quarta-feira, 30 de junho de 2010

APLAUDIMOS O DISCURSO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA


O Presidente da República fez à dias uma apreciação corajosa à situação económica e social do País, instando os responsáveis políticos a valorizar e a convergir em torno do que é essencial para o País, nesta hora difícil, e não perderem tempo à volta do que é marginal.
Determinadas pessoas que ficaram enxofradas quando o Presidente da República diz, como de há muito vinha dizendo, a verdade nua e crua aos portugueses, da maneira mais simples e com a sua tremenda autoridade.
Destacamos o seu apelo à necessidade de um contrato social para enfrentar a crise e a sua preocupação pelas suas graves consequências sociais.É inquestionável que os actuais problemas não se resolvem apenas com políticas defenidas e implementadas pelo Governo.
Em momentos difíceis como os que hoje Portugal vive, é indespensável a mobilização de todos os portugueses e de todas as energias nacionais, para se começar a atenuar os efeitos da crise e,depois realizar as estratégias adequadas à superação dessa mesma crise.
Para isso é necessério que o Governo tenha um rumo - o que infelizmente não acontece - expelique claramente ao País a situação em que se encontra, as razões e os objectivos dos sacrifícios que hoje está a impor, durante quanto tempo vão vigorar e quais os resultados esperados.
É preciso também que envolva os parceiros sociais, verdadeiros representantes dos interesses que estão a ser mais afectados e pelos quais passa a resposta à crise - as empresas e os trabalhadores, com reflexos no desemprego, nos orçamentos familiares e na paz social. O Governo limita-se a dar conhecimento ao Conselho Permanente de Concertação Social das políticas que tomou ou tenciona tomar,ou já divulgadas pela comunicação social.
O Governo não respeita nem valoriza a concertação social, quando mais do que nunca se justifica a sua participação efectiva na procura e na formulação das políticas que são necessárias para vencer os obstáculos que temos pela frente.
Por isso, o Senhor Presidente da República é muito oportuno e encontra pleno aplauso dos TSD, porque sempre defendemos por princípio os méritos da concertação social. Sendo verdade que a concertação social não está refém das iniciativas do Governo, ainda que bem se compreenda que é a ele que cabe liderar uma estratégia coerente de todos os interesses representados pelos diversos parceiros sociais, estes também podem e devem dialogar e negociar de forma autónoma soluções que sejam do interesse das partes envolvidas.
É neste quadro que os TSD apoiam e encorajam todos os parceiros sociais a dialogarem e procurem compromissos que facilitem a vida às empresas, salvem o emprego, dignifiquem o trabalho e ajudem à recuperação económica.
Esse esforço de negociação é sempre válida, se visar encontrar de forma construtiva caminhos úteis às empresas, aos trabalhadores e, obviamente, às famílias e ao País.
O Presidente da Mesa da Assembleia Distrital dos TSD da Guarda
Alexandre Monteiro
Guarda,30 de Junho de 2010

sábado, 19 de junho de 2010

CONVIVIO PSD DA GUARDA - UNIR O PARTIDO


A Comissão Política de Secção do PSD da Guarda,recentemente eleita, promoveu um encontro de militantes e simpatizantes, no passado domingo, uma sardinhada, o local escolhido, foi a Praia Fluvial em Aldeia Viçosa.
Foi bonito ver pessoas que faziam parte da lista que perdeu as eleições, para o Dr. Manuel Rodrigues, foi uma atitude que registamos com muito agrado, revelando sentido de responsabilidade e de unidade. Por outro lado, transmitir-se a partir daqui, uma mensagem de que o PSD da Guarda está unido e coeso.
Pela primeira vez uma Comissão Política de Secção da Guarda, organizou um encontro, fora das quatro paredes do partido, vindo agora para o exterior, para um contacto directo com os militantes e simpatizantes,onde ouve oportunidade de conviver, confraternizar e discutirem os problemas que estão na ordem do dia , e que nos afectam,e por vezes a darem soluções, e que ,muito bem o Presidente da CPS, esteve atento, e teve capacidade de ouvir.O PSD presisa de estar unido para poder conquistar os Portugueses, que em nós já confiaram, e o PSD da Guarda está a dar o exemplo. Todos não somos de mais, para ganhar as grandes batalhas políticas que o PSD tem que travar.
Parabéns à Comissão Política de Secção da Guarda, na pessoa do seu Presidente Dr. Manuel Rodrigues, pela boa organização e feliz iniciativa. Realçar a atitude Hospitaleira do Presidente da Junta Baltazar Lopes, a forma como recebeu as pessoas com simpatia e cortesia, independentemente de ter sido eleito nas listas do PS, como independente.
Visitamos o espaço da Praia Fluvial, tem umas boas condições, limpa e com óptimos equipamentos. Parabéns à Aldeia Viçosa na pessoa do Pres. Baltazar Lopes

O Presidente da Mesa da Assembleia Distrital dos TSD da Guarda
Alexandre Monteiro
Guarda,18 de Junho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

CARDEAL-PATRIACA, VIRA A POLÍTICO



Na semana em que o PS engoliu finalmente o seu improvável candidato Presidencial,
um certo grupinho, tentam procurar dificultar a recandidatura ao Prof. Dr. Cavaco Silva e no pensamento deles o terreno é proprício ao ressentimento, caprichos e vaidades, de algumas luminárias, que nunca lhe perdoaram as suas sucessívas vitórias; dor de cotovelo.
Certos "intelectuais", que nunca deram provas de nada, a não ser os seus
interesses. Como católico fiquei espantado e chocado com o envolvimento
da Igreja neste tipo de manobras. Depois de anos de serena de coabitação
com o (Laicos) Governo Socialista, o "político" Cardeal-Patriaca de Lisboa,
decediu criticar abertamente o Presidente da República, chegando a por em causa (ameaçando) a sua recandidatura, por este ter promulgado a lei que possibilita o
casamento entre homossexuais. Dada a violência da crítica, presume-se que o Cardeal estivesse
à espera que o Presidente Cavaco Silva, qual mártir dos bons costumes, colmatasse, com o seu veto, a passividade da Igreja que nada fez, perante esta e outras matérias.
O Sr. Cardeal-Patriarca não é a primeira vez em que se envolve em política. Já na recandidatura
de Jorge Sampaio, deu-lhe o apoio católico para a sua eleição, uma vez que é o chefe da Igreja,
em Portugal e representante dos católicos portugueses. Tomar esta posição envolvendo a Igreja.
Esta atitude do Cardeal não está correcta, devia dedicar-se ao seu Rebanho, e não atacar políticamente o Presidente da República, essa não é a sua função,é por estas e por outras, que a Igreja se encontra como está, os cristãos começam a não acreditar e ter dúvidas, perante atitudes como as que tem tomado o Cardeal-Patriarca de Lisboa.
Este Cardeal sempre esteve calado, nas tomadas de posição contra os malefícios que este Governo Socialista fez ao destruirem o Sentido de Família.
Pergunta-se ao dr. Santana Lopes, que subitamente com a sua super-intelegência decobriu a sua estrada de Damasco. Ele lá sabe porquê.
Sr. Santana Lopes tenha juízo, o seu tempo esgotou deixe-se de caprichos e vaidades. Trate de
contribuir para que o Prof. Dr. Cavaco Silva, se ele se recandidatar, para que seja eleito para mais um mandato para bem do futuro de Portugal e dos Portugueses.


O Presidente da Messa da Assembleia Distrital dos TSD da Guarda

Alexandre Monteiro

Guarda,9 de Junho de 2010